terça-feira, 20 de março de 2012

Há amores e amores...


Eu acredito que uma pessoa tenha vários amores numa vida. Acredito que não haja destino que dite o amor da vida de alguém. Porque o amor não é um caso de sorte, de ir na rua e tropeçar nele. Um amor só acontece se ambos permitirem, se ambos mergulharem juntos, de cabeça, e nadarem juntos, lado a lado. Se não mergulharem, fica no ar a mera hipótese de… Se o ritmo não se mantiver, o amor afoga-se.

Há amores destruídos por uma relação fracassada, aqueles amores que doem, amores danificados pela desilusão. Há amores que nunca foram amor, mas sim uma confusão de sentimentos e necessidade. Há o amor sólido, que sabemos que não muda, que estará sempre lá como apoio, aquele a que nos agarramos a vida toda. E há aqueles amores que duram uma vida no limbo. Amores que ao serem lembrados deixam uma mágoa ternurenta. Amores que pelo facto de não terem sido, deixam intacta a doce fantasia do que prometiam. Amores que se ficam pela imaginação e pelo encanto. Amores que existem para nos fazer voar, sonhar. Aqueles amores que nos deixam uma semente que de vez em quando nos faz perguntar e remoer "E se..."

E se...

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Uma pequena nota

Quando penso se havia necessidade de criar este espaço protegido, chego sempre à conclusão que sim. Não é que me sinta oprimida, desvalorizada ou que o que aqui queira dizer seja sigiloso. Esta necessidade vem do mais fundo de mim. Porque eu não sou capaz de ditar os meus demónios ao público que me rodeia. Seja defeito ou feitio, não sou capaz de abrir as portas ao mundo que vive no meu cérebro. Não consigo fazê-lo a não ser que me sinta protegida por um véu.

Portanto aqui fica, porque apesar de tudo, gostava de partilhar o que reservei dentro de mim ao longo desta curta vida.

Poucos ou muitos espectadores: espero que gostem.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Porquê "Alone in Kyoto"? Porque perante o intuito da criação deste cantinho foi o que fez mais sentido. Não só pela música que me transporta completamente mas porque quando quero sentir que tudo está bem, ou pode vir a ficar bem, é lá onde me imagino. É lá onde me imagino a alcançar uma paz imensa, uma pequenez tremenda que me volta a lembrar o quão insiginificante sou e que tudo isto à minha volta não passa de um momento que logo, logo passa...
Para já, a origem: